A Rede de Apoio na Maternidade no Exterior: Adaptando-se a uma Nova Realidade

A maternidade é um momento de grande transformação, repleto de desafios e aprendizados. Para mães que vivem no exterior, essa jornada pode trazer uma camada extra de complexidade: a ausência da tradicional rede de apoio formada por familiares e amigos próximos. A citação de Marina Ferrari, consultora de amamentação, no livro “Maternidade no Exterior: Tornando-se Mãe no Estrangeiro”, captura perfeitamente essa realidade:

“Em um cenário ideal, a saúde e o bem-estar maternos virão principalmente do cuidado que recebem de sua rede de apoio, em vez de suas próprias ações. No entanto, para mães imigrantes ou expatriadas, a rede de apoio assume diferentes formas. Em vez de depender de ajuda de familiares e amigos, o apoio por meio de coisas, como: serviços de limpeza, babás e entrega de alimentos e compras pode fazer parte.”

A Rede de Apoio Tradicional e a Realidade Expatriada

No Brasil e em muitas outras culturas, a rede de apoio para mães geralmente inclui avós, tias, amigos próximos e vizinhos. Essas pessoas ajudam com tarefas como cozinhar, cuidar do bebê e oferecer suporte emocional durante o pós-parto. No entanto, para mães que vivem fora de seu país de origem, essa estrutura de apoio muitas vezes não está presente.

A solução? Redefinir o conceito de rede de apoio para incluir recursos modernos e serviços profissionais.

Serviços que Substituem a Rede Tradicional

Para mães expatriadas ou imigrantes, os serviços podem desempenhar um papel crucial no alívio do peso das tarefas do dia a dia e na garantia de uma recuperação tranquila no pós-parto. Aqui estão algumas formas de construir uma rede de apoio funcional:

1. Serviços de Limpeza

Contratar uma ajuda profissional para manter a casa organizada pode reduzir o estresse e permitir que as mães concentrem suas energias no bebê e em si mesmas.

2. Babás e Cuidados Infantis

Ter um profissional para ajudar a cuidar do bebê, mesmo que por algumas horas ao dia, pode ser um grande alívio, especialmente para mães que precisam descansar ou retomar outras atividades.

3. Entrega de Alimentos e Compras

Contar com serviços de entrega para refeições prontas ou mantimentos é uma solução prática para economizar tempo e energia durante o pós-parto.

4. Grupos de Apoio Online

Participar de comunidades virtuais de mães expatriadas pode oferecer suporte emocional e prático, conectando mulheres que passam pelos mesmos desafios.

A Importância de Adaptar-se à Nova Realidade

Embora o ideal seja ter o suporte de familiares e amigos, adaptar-se a uma nova realidade é essencial para mães que vivem fora de seus países de origem. Criar uma rede de apoio baseada em serviços e tecnologia pode não só aliviar as demandas do dia a dia, mas também proporcionar um senso de segurança e conforto.

Conclusão

A citação de Marina Ferrari nos lembra que o bem-estar materno depende, em grande parte, de um suporte adequado. Para mães que enfrentam os desafios da maternidade no exterior, redefinir o que significa “rede de apoio” é crucial. Seja por meio de serviços de limpeza, entregas de alimentos ou apoio online, é possível criar um ambiente que favoreça o cuidado materno e familiar.

Fica a dica!

Descubra Mais em “Maternidade no Exterior”

O livro Maternidade no Exterior: Tornando-se Mãe no Estrangeiro traz histórias reais, conselhos práticos e insights como os de Marina Ferrari. Uma leitura essencial para mães que vivem ou planejam viver fora de seus países de origem. Adquira já sua cópia e prepare-se para encarar essa jornada com confiança e apoio!

Encontre Profissionais para Acompanhar Sua Jornada

Se você está em busca de suporte durante a maternidade no exterior, explore nosso Diretório de Profissionais Especializados. Encontre consultoras de amamentação, doulas, parteiras, fisioterapeutas pélvicas e instrutoras de yoga pré-natal que podem ajudá-la em cada etapa da sua jornada.

👉 Clique aqui para acessar o diretório e encontrar apoio personalizado!

Anterior
Anterior

Pós-Parto de Dar Inveja: A Tradição Mexicana da Cuarentena

Próximo
Próximo

Por que outros países deveriam copiar a política de licença parental da Suécia